Terça-feira, Janeiro 23, 2007

mudamos de endereço

De repente, em fevereiro, o blog parou de funcionar. Ao invés de meu nome ou meu apelido apareceu um tal de aswerzx
que eu nunca ouvi falar e desde então não consegui + acessar o blog. Tentei de todas as maneiras fazer o Blogger me devolver o blog, mas nada consegui. Acabei apelando. Uma amiga me convidou, peguei os posts usurpados e criei um novo blog. Te espero lá...

Quinta-feira, Fevereiro 09, 2006

Comunicação, Internet e Revolução

O Evaldo Shinji Kuniyoshi me perguntou ontem no Orkut, no tópico Virou moda agora falar mal das pessoas da comunidade Cibercultura, se

seria muita ingenuidade acreditar numa terceira opção (a la Pierre Levy)?: sistema inteligente e usuário inteligente, para fazer com as tecnologias disponíveis (pode ser até do Bill Gates e do Google) um coletivo que trabalhasse de modo sinérgico os sistemas de carbono? Ou estamos fadados a repetir indefinidadamente os processos de dominação e controle???

A primeira resposta que eu dei dizia que

Soa legal

Mas o fato é q se o sistema é inteligente, tipo o formigueiro, o usuário padrão deve ser burro como a formiga pro sistema funcionar bem. Um usuário inteligente ou se confunde com uma função do sistema, ou se transforma numa perturbação que deve ser eliminada. E a rede de TV é um sistema inteligente e impermeável, pois produz um usuário estúpido. Basta pensar na emergência do video cassete que permitia fazer da TV uma rede aberta interativa. Acabou sendo usado pra replay e reprodução. Como dizia McLuhan: o meio é a mensagem.

Sobre os sistemas centrados no usuário tem 2 artigos ótimos do Reed sobre isso:

SALTZER, J. H., REED, D. P. e CLARK, D. D. (1988) End-to-end arguments in systemdesign, In: PARTRIDGE, C. (ed.) Innovations in Internetworking, Norwood, MA: Artech House, pp. 195-206.

SALTZER, J. H., REED, D. P. e CLARK, D. D. (1998) Comment on Active Networking and End-to-end Arguments, In: IEEECommunications Magazine, 12, 3, (Maio-Junho) pp. 69-71.

Depois da resposta fiquei pensando que podia parecer que eu considerava o que ele tinha dito ingenuidade ou bobagem. E não era nada disso. Pelo contrário. Ele

Não falou bobagem nenhuma

Fez uma pergunta ultra pertinente. De fato uma pergunta pra lá de importante. Na metafísica, quando se usa a hipótese deus o problema é exatamente este. Nas religiões de deus único esse problema tb está presente. Se o sistema é auto-suficiente pra que fazer elementos inteligentes? - se pergunta o pecador (e como professor em forum público devo falar a linguagem do "pecador"; a linguagem da ciência).

A turma da equivocidade transcendente, da hipótese relojoeiro cego, se compraz no conservadorismo. Se tudo é acaso e necessidade, e o acerto depende do acaso depurado por bilhões de anos de aleatoriedade, louco é quem quer mudar alguma coisa e acredita saber o valor da mudança. Melhor conservar o acerto bilionário, pois a evolução é imprevisível. O certo é eliminar as aberrações da aleatoriedade do sistema - eliminar o risco - para "melhorar" a obra da criação.

Mas o que Reed esta dizendo, ao apregoar uma rede centrada no usuário é o mesmo que os bem-aventurados do entendimento já diziam: não há diferença de escala entre sistema e usuário - o mundo é vontade de potência -; os melhores usuários inventam o sistema - o ser se diz numa só voz de tudo aquilo que dele se diz -; a maioria "medíocre" e conservadora se dilui na repetição do sistema - o eterno retorno é seletivo e só retorna o que tem potência para retornar, só retorna a diferença (Oswald de Andrade já dizia: a alegria é a prova dos nove do eterno retorno).

Claro que nenhuma destas "proposições" podem ser provadas cientificamente, e aí as brumas e o terror dos discipulos de Wittgenstein mandam todos calarem a bôca (o que não se pode falar deve se calar).

Mas não é pq uma imensa massa de "pecadores" prefere viver no ódio a deus (sistema) e ao mundo (multiplicidade) - ou seja, prefere viver no ressentimento - que os bem aventurados vão abdicar de viver amando a si, a deus e ao mundo ao mesmo tempo, independente do disparate científico disso. De fato o sistema "estúpido" é o paradoxo do deus bondoso que gera criaturas inteligentes; o paradoxo do deus que se realiza na realização do que existe e acontece.

O que não pode ser provado, pode ser entendido, tem sentido e fala.

E o diabo?

Nietzsche já ensinava: o diabo é o ócio de deus a cada 7 dias....

Evaldo dixit

li o segundo texto (é mais fácil de entender!). Eu respondí

O segundo texto

Vc tem razão em dizer q ele é mais claro.

No primeiro texto eles estão defendendo princípios de criação de sistema bastante inaceitáveis; recebidos de fato entre muxoxos e ceticismo. Foram "aceitos" pq ninguém acreditava na Internet como um sistema de uso pela massa; ele só devia ser usado por milicos, phds, técnicos de alto nível...

Mas Tim Berners-Lee inventou o www e a Internet "explodiu" em 1995.

O segundo texto é de 1998 e recolhe os acertos da decisão. Quando eles escreveram o primeiro esse princípio estava sob ataque e nada havia de forte que corroborasse essa decisão. Qdo escreveram o segundo o princípio estava sob ataque de novo - e hoje está sob o mais violento dos ataques - mas eles já tinham o www para corroborar o seu acerto, podiam falar com mais clareza e firmeza.

Evaldo again

Tenho um enorme interesse na formação de redes sociais. Eu respondí

Lei de Reed, Comunicação e Parceria

Tem 2 textos do Reed, científicos e importantes pra entender a Internet como lugar de produção de redes sociais. Reed é fera, e conseguiu regar a bem aventurança com matemática, de lambugem explicando matematicamente um velho axioma de Marx (o axioma q diz que a burguesia não pode se organizar no comércio sem organizar tb o trabalho q vai subjugar o capital - esse axioma é a base de todo otimismo revolucionário pois é o que dá "cientificidade" pra revolução).

A lei de construção de comunidade através de rede comunicacional é chamada "lei de Reed", em contraposição a lei de Sarnoff (o valor da rede comunicacional unidirecional é a quantidade de nós conectados, vulgo audiência), e a lei de Metcalfe (em uma rede de comunicação interativa o valor da rede é a quantidade de nós elevada ao quadrado - ou seja o valor da rede é o valor da oportunidade de interações/negócios - eu brinco q é a lei do B2B).

A lei de Reed reza q o valor de uma rede interativa de comunicação distribuída é 2 elevado ao número de nós, ou seja a parceria exponenciada pela oportunidade de agrupamento.

Pela lei de Metcalfe fundir redes aumenta a oportunidade de negócios - o seu valor comercial - pois 2 redes de 5 nós (5 elevado ao quadrado + 5 elevado ao quadrado=50) valem menos que uma rede de 10 nós (10 elevado ao quadrado=100). Mas o valor dos negócios não cresce sem fazer crescer tb o valor da cooperação, o P2P, o valor da construção de comunidades (2 elevados a 10=1024).

REED, D. P. (1999) Digital Strategy: Weapons of Math Destruction, In: Context Magazine, Chicago: Diamond Cluster International, n.º 3. (Spring)

REED, D. P. (1999a) That Sneaky Exponential – Beyond Metcalfe’s Law to the Power of Community Building, In: Context Magazine, Chicago: Diamond Cluster International, n.º 3. (Spring)

Quarta-feira, Fevereiro 08, 2006

O Controle como Dispositivo

Como descobrir e processar em um tempo finito onde está a informação q vc precisa num universo de informação "infinita"? No Idea - grupo de pesquisa da ECO/UFRJ - em 1998 o Paulo Vaz percebeu que o problema da informação ilimitada e inumerável era a geração desta distância cognitiva. Os motores de busca e a tecnologia dos agentes foram as respostas encontradas na Internet pra esse problema, gerando as empresas do virtual: empresas que descobrem, qualificam e promovem o enriquecimento de um universo qualquer de informação e conhecimento (Amazon, Ebay, Google, etc). O CiberIdea foi criado com o projeto que explorava as consequências da distância cognitiva na Comunicação.

Nas máquinas vivas de carbono o modo de selecionar são os canais de percepção e o sistema sensório-motor que liga o percebido a uma reação motora. O desenvolvimento da inteligência sobrecodificou esse sistema com sistemas semióticos que relacionam uma grande diversidade perceptiva aos conceitos, gerando o sistema simbólico como suporte do entendimento.

Supondo que o meio é a mensagem estamos nos convertendo em agentes para lidar com o universo cognitivo que estamos produzindo. A melhor das hipóteses, partindo desse pressuposto, supõem que somos ativos em um sistema estúpido que se deixa customizar. Na pior das hipóteses o sistema é inteligente e somos apenas terminais estúpidos, consumindo a informação que nos é destinada e reagindo a ela como programado - relógios processados por un relojoeiro cego. O controle como dispositivo de poder é a reunião da primeira e da segunda hipótese.

O dispositivo do controle

O contrôle operaria a partir da distância cognitiva. Como positividade ele vale pelo que produz. Ele constitui um sistema que permite 2 tipos de operações: você se constitui controlando as variáveis do sistema (sistema estúpido + usuário inteligente) ou o sistema controla todas as variáveis e te constitui como ele bem entende (sistema inteligente + usuário estúpido).

De fato isto não é uma alternativa mas uma oscilação permanente. O dilema próprio ao contrôle. Para poder controlar bem algo eu preciso descontrolar (se diz desregulamentar ou desregularizar) outro algo. E eu sofro o efeito da desregulamentação/descontrole.

Por isso o vício esta no cerne da compreensão do fenômeno, substituindo a velha noção de necessidade. Toda necessidade é vista como um vício, ou seja um problema de controle do sistema. Se o sistema usa o vício pra controlar, no modêlo sistema inteligente e terminal estúpido, o vício total implica descontrôle - o viciado se torna incontrolável. O que não quer dizer libertação do viciado, mas problema para o sistema que encontra um limite para a utilização de seus recursos. Burroughs é muito claro a esse respeito no Almoço Nú e continua sendo uma das melhores fontes para entender a montagem do dispositivo.

Ele permite repensar o modelo dos negócios pelo mercado da droga. A droga como mercadoria ideal, o vício como modelo ideal de comércio. Só para exemplificar Bill Gates viciou todo mundo em DOS e depois sintetizou a droga como Windows - o Windows como droga pesada, que nem a heroína. A primeira dose é sempre grátis...

Agentes na política brasileira

FHC engrossou o caldo do impeachment contra o Lula na entrevista pra Isto É quando disse que ou ele sabia do mensalão ou é incompetente pra exercer o cargo. Todo mundo sabe q ele e o Serra coordenam a campanha joga merda no PT usando o PFL como agente - no sentido usado abaixo -, ou laranjas como a nossa imprensa gosta de usar. O que o esta obrigando a se expôr é o apoio popular ao Lula, contra toda orquestração da mídia e da classe média locupletada. O artigo dele no globo, falando das eleições e convocando o início da campanha mostra o que está incomodando o PSDB. Nunca faltou a FHC a certeza do apoio da meia dúzia de famílias dominantes, mídia e classe média locupletada. Ele vendeu a telefonia brasileira pro atual presidente do seu partido, o PSDB, sem que se ouvisse qualquer muxoxo na mídia sobre corrupção. Mas algo deve estar fazendo a diferença agora. Eu acredito que essa diferença pode estar sendo feita pela comunicação distribuída, vulgo Internet, que o governo usa muito bem - não fosse o IBASE/ISER /Rits o inventor da criança em solo pátrio. O problema no Brasil é aferir a intensidade e o alcance da Internet. Eu estou tentando aprender como se faz isso aqui em Toronto, para, se os santos ajudarem, montar um lab na ECO. De qualquer modo alguma coisa esta fora de ordem na velha ordem brasileira pra obrigar o doutor Cardosa - como Larry Rohter do New York Times o chamou na reportagem Yes, Investors Panicked. But Brazil Didn't de 23 de maio de 1999 - a agir e falar como o velho haciendero latino americano.

Burn, baby, burn

Estou escrevendo desde ontem turbinado pelo CD/Sampler Best of Bootie, dica do Boing Boing na nota 20 best mashups of '05. É só baixar, ouvir e queimar.
BTW
Os BOOTLEGGER LINKS do Best of Bootie são ducacete. Uma mina de ouro....
E...
A capa do CD é uma obra prima de CV, como os sampler do disco. Sente só a arte!

Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006

Os agentes e a verdade na comunicação distribuída

Estaria o velhor ator social da modernidade se transformando? A noção de agente de rede parece ser algo além do funcionamento de um dispositivo de motor de busca amparado em um princípio geral de funcionamento de sistema de inteligência. A adoção dos agentes significou o abandono da idéia de inteligência individual auto suficiente adotada pela IA. Muitas inteligências limitadas mas capazes de se comunicar e aprender, centradas em uma missão, se revelavam um sistema de inteligência mais capaz e eficiente que o velho cérebro consciente individual. Com isso se resolvia ao mesmo tempo o problema de como localizar e processar uma informação em um sistema saturado de informação a cada momento. Mas resolver esse problema não significaria que o sujeito social se transformara, deixando de ser um ator e tornando-se um agente?

O mundo dos agentes

Nvídia está sendo acusada de contratar agentes online para criar dúzias de avatares em foruns online, onde eles ganham a confiança dos jogadores comentando assuntos não relacionados aos produtos Nvídia de modo a submergí-los em uma orgia de comentários sobre o material da Nvídia.

O forum de notícias do Penny-Arcade recebeu uma msg sobre marketing de guerrilha de um anônimo que dizia:

Eu fui entrevistado por um negócio de marketing de guerrilha em São Francisco que tinha como alvo as teias de foruns.

Me disseram que se eu aceitasse o trabalho, eu tinha de ter PELO MENOS 50 identidades na maior quantidade de foruns que eu pudesse (eles queriam de fato 100), com um objetivo de 5 mensagens publicadas por hora. As mensagens teriam de ser planejadas, e a idéia era de que eu estabelecesse múltiplas identidades com uma história nos foruns, de modo que quando a hora certa chegasse uma mensagem de marketing bem escrita e sutilmente relacionada fosse educadamente publicada. E os usuários regulares reconheceriam a mensagem como sendo de um velho e confiável freqüentador.

Leia o texto completo no Boing Boing.

A verdade dos agentes

O interessante nessa matéria para mim é a reiteração do funcionamento da verdade na Internet, ou seja, a transformação do sistema de reputação social. Como o próprio depoimento aponta, alguém precisa ter uma história de serviços prestados em um fórum (comunidade virtual) para dizer algo q seja considerado verdadeiro. O que faz dos avatares da Internet agentes sociais, ao invés dos velhos atores sociais da modernidade. Eles não tem um papel a desempenhar, mas uma missão a cumprir. Pode-se com razão dizer que é algo criminoso. Mas é um crime na perspectiva moderna do ator social que tem um papel e que deve o desempenhar verdadeiramente, sob o risco de ser acusado de fraude (171) quando identificado. A verdade das missões dos agentes é medida pelo seu sucesso e não pela identidade do agente ou pelo conteúdo transmitido.

Sábado, Fevereiro 04, 2006

Laptops vs Celulares divide Davos

Uma matéria do John Markoff publicada em 30 de janeiro no NYT anunciou o confronto entre o dono da Microsoft Bill Gates e o fundador da WIRED e diretor do laboratório de tecnologia de mídia do MIT Nicholas Negroponte sobre a solução para a divisão digital.
A "cura" da divisão digital
Gates diz q é o celular envenenado com MS e adaptado a TV e teclado. Negroponte quer laptop de US$100,00 envenenado com linux e conectando em rede mesh a US$50,00 ou US$24,00 o ponto de alta velocidade. Uma coisa é certa nessa conversa: a divisão digital é um divisor de águas para definir a tecnologia campeã no mundo globalizado. Como disse John Paul na Next Billion na matéria Um Telefone Celular por Criança? a verdadeira história talvez seja a de que dois times inovativos e bem patrocinados estão guiando um crescente pacote de competidores buscando levar os computadores para as massas.
Manivelas, Teclados e TVs
Existem críticas válidas para ambas alternativas. A crítica mais ácida ao projeto de Negroponte diz respeito à energia para fazer o laptop funcionar. Como Guy J. Kewney aponta na News Wireless Net, na matéria Faz um ano desde o PC de $100 do Negroponte, e Bill Gates tem uma idéia melhor, os chips da AMD não são famosos por ter um perfil de baixo consumo de energia, ao contrário dos chips da VIA Technologies. Essa escolha gerou o comentário de Kewney de que Negroponte não tem idéia melhor do que gerar a energia por manivela... Por outro lado o plano de Gates pressupõe ambientes com TV e teclado para o celular ser conectado através de dispositivos especiais. Isto esta longe de ser um padrão de equipamento para ser encontrado em ambientes de alta pobreza. Outros pontos criticados por Eric Bangeman na Ars Tecnica na matéria Alternativa da Microsoft para o US$100 laptop: o telefone celular foram a pobreza de definição dos monitores de TV, que dariam dor de cabeça nas crianças, e o uso do Windows Mobile que não é usado pelos celulares.
No WSIS 2005 na Tunísia a cara do laptop
A BBC antecipou a ação na matéria Design do Sub $100 laptop revelado. O Secretário Geral da ONU, Kofi Annan, apresentou junto com o Negroponte o protótipo do hundred dolar laptop ao público no WSIS (World Summit on the Information Society) na Tunísia. Tem 3 fotos do protótipo, 1 aqui, outra ali e outra acolá. Tem tb o comunicado ONU/MIT em inglês, árabe, francês e no original, todos em Real Player. Uma lista do que tem o laptop é reveladora:
500 MHz CPU e 4 USB portas
Tecnologia de redes sem fio e redes mesh
4 C - baterias de celular e uma manivela para gerar energia
Tela de 7 polegadas LED Magic Faerie Dust com definição de 640 por 480
128 megabytes de memória RAM e 512 megabytes de memória flash
Sistema Operacional Red Hat Linux
A crítica sobre a geração de energia não parece ser fora de propósito, ainda que Negroponte garanta que 1 minuto de geração manual garante 30 minutos de uso. Dificil imaginar crianças gerando a energia do laptop com a manivela, embora essa seja uma alternativa para quando não houver outra fonte de energia. O laptop foi apelidado carinhosamente de máquina verde pelo Media Lab do MIT. Charles Jade comenta na matéria US$100 laptop revelado da Ars Tecnica que Negroponte soa como uma criança dos 60 que viu muito Capitão Planeta nos 90. Mas acaba tocado pelo comentário de Negroponte de que em uma casa sem eletricidade ele será a luz mais brilhante da casa, a luz mais brilhante... Ele fecha o artigo exclamando: Brilhe, Sr. Negroponte, brilhe.
Diferença entre celular e laptop?
Independente da picuinha dos dois, continua válida a discussão que estão travando, afinal qual o futuro da comunicação em rede? O laptop ou o celular? Cada vez mais os dois possuem conteúdos similares. Por isso mesmo a questão não é o recheio, mas o meio e aquilo que ele capacita. Alguém arrisca um palpite da diferença entre os dois meios? Tenho muitas dúvidas sobre qual seria o verdadeiro pomo da discórdia...

Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006

Dispositivos USB malucos



Q tal uma luva prá esquentar as mãos, um vibrador ou uma fantástica flor falante....?!?!!? No site aqui do link tem uma lista dos 10 piores dispositivos com conexão USB já inventados pelo homem... ou pela mulher... ou por alguém q não tinha mais nada o q fazer da vida.

Terça-feira, Dezembro 06, 2005

Cúpulas e encontros

Um pouco sobre a discussão sobre governabilidade q está no Ciberidéia ... Ia postar lá... mas está na hora de movimentar esse blog do Henrique.

Estou meio enojado com essas reuniões de diplomatas e figurões que decidem sempre "Assim não dá... mas mudar tb não dá... então vamos negociar para tentar decidir da melhor forma para todos".... Esse negociar está um saco!!!

Foi assim em Tunis, sobre internet. Está sendo aí no Canadá, sobre clima. É na OMC, sobre subsídios....

Acho q conseguiram reunir todos os bunda-moles do mundo que estavam sem fazer nada para serem comissários e enviados a esses encontros.... Nada é decidido, todos arregam na hora H e vão empurrando com a barriga.